Saiba tudo sobre Parto Humanizado

parto humanizado

Entenda o Parto Humanizado​

O que é um Parto Humanizado?

O parto humanizado não é um modelo determinado a um lugar ou forma específica de dar à luz e nascer, a exemplo do parto em casa e na banheira. A humanização do parto é um conjunto de assistências oferecidas à mulher, independentemente da sua classe social e identidade cultural, durante toda a sua gestação, parto e no pós-parto, baseado em evidências cientificas. E, segundo a médica obstetra e ativista Aline Nunes, um parto para ser humanizado deve respeitar basicamente três pilares: o protagonismo da mulher, segurança e trabalho em equipe. Sendo assim, hospitalar ou em casa, esses três pilares precisam estar presentes.

O termo Humanização

O termo humanização do parto possui muitas interpretações equivocadas, muitas pessoas não entendem que essa “denominação” surgiu em meio a um cenário de luta e reivindicações de mulheres que, de alguma forma, foram limitadas quanto a sua capacidade de escolha pela via de parto, sofreram intervenções obstétricas rotineiras e desnecessárias, as quais não lhes foram passadas informações adequadamente ou sequer esperadas. O parir e o nascer na nossa sociedade são marcados por inúmeros casos de violência obstétrica. Muitas mulheres sofreram e ainda sofrem todo tipo de humilhação e trauma psicológico em um dos momentos mais sensíveis da sua vida que é dar a luz.

Nesse sentido, a parturiente que se encontra em estado de saúde dentro da normalidade, tem o direito a forma mais natural possível de parto, e qualquer procedimento realmente necessário em relação ao parto e ao corpo dela deve ser compartilhado com essa mulher. É um direito da mulher participar de forma ativa das decisões inerentes ao nascimento do seu bebê. E as suas preferências devem ser respeitadas e atendidas, desde que mãe e bebê estejam bem.

O direito da Gestante

É um direito da mulher receber cuidados adequados de preparação para o parto na gestação. E dispor do respeito às escolhas quanto ao seu parto,  ambiente, posições mais favoráveis, utilização de métodos terapêuticos e não farmacológicos no alivio da dor. Bem como, liberdade para se movimentar, se alimentar, ter um acompanhante que ofereça suporte nesse momento, ter acesso imediato  ao bebê após o nascimento, o clampeamento tardio do cordão umbilical, evitando a expansão pulmonar abrupta do bebê e processo anêmico no futuro.

É importante ressaltar que em caso de cesárea intraparto, o mesmo não deixa de ser um parto humanizado, uma vez que todo tratamento, suporte e desejos citados anteriormente permanecem independente da via de parto. A OMS (Organização Mundial de Saúde) preconiza esses pontos como direitos que devem ser respeitados por parte da equipe médica responsável pelo atendimento a parturiente.

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Entendendo o Parto Humanizado

Parto Humanizado

Esse nome traz a muitos uma ideia errônea a respeito do que é um Parto Humanizado. Alguns acham que se caracteriza pelo local onde isso acontece (praia, cachoeira, casa), ou simplesmente que se trata de um parto normal. Mas é muito além disso!

Se um bebê nasce na ausência de um profissional qualificado, seja um médico ou enfermeira obstetra, nada mais é que um parto desassistido.

Mas então o que é Parto Humanizado? É humanizar a forma do nascimento, é tratar a mãe e o bebê de forma respeitosa e individual.

Muitas mulheres preferem parir sem intervenções, de forma natural, pois confiam no poder do seu corpo.

A OMS (Organização Mundial de Saúde) considera que, mesmo quando for necessária alguma intervenção médica, é preciso incluir as parturientes na tomada de decisões sobre os cuidados que receberão, e seus desejos devem ser respeitados. Reconhece que cada trabalho de parto é único e que a duração da primeira etapa do processo varia de uma mulher para outra. Julga também os seguintes direitos: ter um acompanhante escolhido pela gestante para estar presente no trabalho de parto e o parto; respeitar sua escolha por posições, até mesmo no período expulsivo; a escolha de métodos não farmacológicos para alívio da dor, e caso ela queira, massagens, música ou técnicas de respiração.

No nascimento o bebê vai direto para o colo da mãe afim da realização do contato pele a pele, clampeamento oportuno do cordão umbilical (pelo menos três minutos após o nascimento ou até o cordão parar de pulsar) e amamentação nos primeiros minutos de vida.

Mesmo que o parto evolua para uma cesariana por alguma intercorrência, ele continua sendo Humanizado.

No parto humanizado a mulher tem o direito à livre movimentação, de se alimentar (as que têm baixo risco de necessitar de analgesia), querer ou não uma analgesia (iremos falar mais sobre isso em outro post).

Parto Humanizado é o parto onde a mulher é a protagonista, onde seus desejos são respeitados assim também como a fisiologia do parto.

Importante citar que a gestante que optar pelo parto humanizado precisa, assim como as outras, fazer acompanhamento de consultas de pré-natal.

 

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Autoria : Doula Léa RJ e Enf Obstetra e Doula Lelian Formosa Go 

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